É greve porque é grave!
Nossa greve é importante para a sociedade e também para você. Entenda por quê!
1.
REESTRUTURAÇÃO DO PLANO DE CARGOS E CARREIRAS DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO (PCCTAE)
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Nosso Plano de carreira já tem 19 anos e está defasado;
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Nossa carreira possui a pior remuneração do serviço público federal;
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Estamos sem reajuste salarial há 7 anos, com perdas de quase 50% em relação à inflação.
ANTES DA GREVE TENTAMOS O DIÁLOGO E FOMOS IGNORADOS
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O Governo prometeu implementar as 5 propostas mais bem votadas no Brasil Participativo e nós conseguimos ser a 3ª categoria mais votada, mas outras categorias foram colocadas na nossa frente e fizeram bons acordos;
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Já tínhamos uma proposta bem elaborada para a reestruturação da nossa carreira, mas o Governo demorou para nos receber;
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O Governo nos ofereceu 0% de aumento, enquanto que para outras categorias com melhores salários e condições ele deu bem mais: PF recebeu 20%, a PRF recebeu 27% e a PPF recebeu 60%!;
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As propostas do Governo não consideram os TAEs aposentados e pensionistas;
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E, pra completar, o Ministro da Educação disse desconhecer nossa categoria até antes do Estado de Greve.
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3.
PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO E
DESVALORIZAÇÃO DOS TAES
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Os baixos salários aumentam a saída e rotatividade de servidores e afastam o interesse de novos profissionais em ingressar como TAEs nas Instituições Federais de Ensino (IFEs);
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Os servidores que ficam nas IFEs sofrem com acúmulo de funções e aumento da carga de trabalho em todos os setores;
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A rotatividade e até mesmo a não reposição de TAEs prejudica a qualidade da prestação dos serviços, bem como a elaboração e continuidade de políticas públicas importantes.
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O corte no orçamento das IFEs também precariza nosso trabalho, por falta de insumos, serviços e infraestrutura adequada;
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Valorizar a categoria dos TAEs é valorizar a educação. É por isso que reitores de todo o Brasil, incluindo os da UFC, UFCA e Unilab, estão apoiando a nossa reivindicação pela reestruturação da carreira TAE.
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